Foto Retiro de Universitários Oficina de Valores

Hoje o Gabriel Talask vai nos contar como foi sua experiência no segundo retiro para universitários da Oficina de Valores.

Para existir basta estar vivo, mas para viver é preciso que vejamos algum sentido em nossas vidas. Nesses últimos anos eu apenas existi. 

Estudo psicologia, trabalho com Planejamento de Vida e mesmo que com minha atuação eu
contribua para um norte nas vidas de algumas pessoas, eu ainda me sentia perdido na minha própria vida.

Por algum motivo era muito difícil enxergar perspectiva nos meus estudos, no meu trabalho, nas minhas amizades... No fim das contas a única coisa que eu via como futuro era minha solidão. Passei a buscar algum prazer em coisas superficiais. No entanto, o prazer na superficialidade resulta apenas em uma vida superficial. Alguns anos atrás, por motivos dos quais eu realmente não me recordo, senti que a igreja havia me abandonado. 

Não penso duas vezes em dizer que esse retiro foi umas das coisas mais importantes que aconteceu em minha vida nesse ano – ou talvez em muitos anos. Pai Hindu (apelido do Breno Rabelo), em sua pregação falou sobre o Ideal Cristão e me fez refletir. Afinal, são esses mesmos valores que sempre carreguei comigo. Pude perceber que na verdade a igreja nunca me abandonou, sempre esteve dentro de mim.

Eu não preciso e nem busco explicações para o que aconteceu, mas fui atravessado por um sentimento de completude. Por alguma razão sentia que aquele sítio era o lugar onde eu realmente deveria estar, mais que isso, a maioria dos rostos eram extremamente familiares. Acho que é isso que acontece quando as pessoas se reúnem por um só propósito. Foi justamente por esse propósito que vi o sentido que tanto buscava e que sempre esteve comigo.

Realmente é muito difícil enxergar sentido em nossas vidas sem a presença de Deus e graças a esse reencontro eu posso pela primeira vez nesses últimos anos dizer com plena certeza: “me sinto vivo”.

1 comentários:

Alessandro Garcia disse...

Obrigado pelas palavras Gabriel...
Que Deus o abençoe sempre!

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