Por: Paulo Vitor
imagem de: arquidiocesejuizdefora.org.br
Já estamos às portas do Natal, mas somente essa semana eu comecei a me dar conta do quão longe eu estava do sentido real desta festa. Preocupava-me com confraternizações, presentes, dinheiro, coisas que são muito boas, mas que devem estar sempre abaixo daquilo que é essencial. E sempre é tempo de nos perguntarmos o que é o essencial, ou quem é o essencial. 


Em tempos de vitrines enfeitadas, muita propaganda onde o Papai Noel ganha um status de estrela; em que as árvores devem estar muito bem arrumadas e as crianças desejosas para a visita do bom velhinho; a ceia deve ser impecável, todos devem ficar satisfeitos. E se falta a grana que financia tudo isso? Em tal situação muitos sentem que o Natal não vai ser bom. Logo vem a tristeza, reclamação das condições.

Diante desse cenário vem a pergunta: E o dono da festa? E o aniversariante que deveríamos estar celebrando? 

Jesus acaba sendo uma figura quase que imperceptível diante de tanta coisa atrativa. Temos esquecido que sem Ele não há Natal! Ainda que os tempos sejam difíceis, que falte dinheiro, que a mesa não seja tão farta assim, se Jesus nasce em nosso meio, o essencial não nos falta. 

Que procuremos celebrar o verdadeiro amor, aquele que não passa, pois o próprio Menino Jesus mostra, na simplicidade do presépio, que o maior valor está no que de fato celebramos: a vinda do salvador no meio de nós. É Ele que dá real sentido à nossa vida.


Paulo Vitor Simas
Professor de Ed. Religiosa / Oficina de Valores

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